Resolvemos
dá inicio a esse paper que traz como objetivo mostrar principais acontecimentos
e mensagem profecias dentro dos anos 70 anos de exílio sob a perspectiva de
Ezequiel usar primeiramente um contexto para poder situa-lo no tempo e no
espaço. Porem para tanto ainda seguindo a metodologia de pesquisa nos vimos
obrigado a trazer alguma critica feita ao livro. Foi inevitável por todas as
fontes que escolhemos trazia problemas de cunho existente histórico-redacionais
tão graves como aqueles, que apresenta o livro de Jeremias. Vários indícios,
como a amplitude da exposição, a retomada de temas, certas irregularidades
apesar da linguagem similar ou perceptíveis estágios deformação, indicam que
houve uma "escola" (anônima) que não só coletou palavras proféticas
preexistentes, interligando-as, mas também as interpretou, desenvolveu e
reformulou, ou seja, "reescreveu".
70
Anos, longe da sua terra.
Na sua mensagem endereçada
ao Reino do Norte Jeremias promete a salvação para aqueles que experimentaram a
desgraça, da mesma forma anuncia também perante Judá/Jerusalém a salvação que
virá somente no e após o juízo. Javé olha de forma amorosa não para os que
ficaram em Jerusalém (no ano de 597), mas para os que foram deportados para a
Babilônia (Jr 24). Entretanto, terão de ficarem duas ou três gerações, cerca de
70 anos, longe da sua terra; Jeremias os conclama para que se adaptem a esta
situação e orem pelo bem-estar da potência estrangeira. Os vivos não verão mais
sua pátria, mas participam, como que num prenúncio do porvir, "do futuro e
da esperança" (29.5-7,10s.; cf. 27.7). Durante o cerco de Jerusalém por
parte dos babilônios, Jeremias promete da mesma forma contida, ao adquirir um
campo em Anatote, nova vida depois da destruição: "Ainda se comprarão
casas, campos e vinhas nesta terra." (32.15; cf. 31.5; 33.12s.; além
disso, as promessas pessoais: 39.17s. 45.5; 35.19).
Os
problemas históricos
Os problemas históricos
surgiram quando se começou a pôr em dúvida a opinião tradicional de que
Ezequiel se limita apenas a falar a Judá e a Jerusalém e influir diretamente,
de forma quase mágica, sobre seu destino; ou que, embora o ponha sua mensagem
anunciadora de calamidades às esperanças dos deportados acerca de Jerusalém,
vive, contudo, em espírito, inteiramente na sua cidade natal. Ele aparece sempre em primeiro plano como
profeta destinado a Judá e Jerusalém, embora viva entre os deportados na
Babilônia. Como é quase impossível imaginar um profeta nestas condições, uma
hora ou outra essa teoria haveria de provocar dúvidas. Os ataques dirigidos nos
últimos decênios contra ela abalaram seus fundamentos e deram origem a teorias
inteiramente divergentes a respeito da época e do lugar em que Ezequiel exerceu
sua atividade.
12.1-16
Uma Mensagem encenada a previsão de exílio.
Nesse oráculo e no
posterior. Ezequiel de encenar parte da mensagem que tem que transmitir. Embora
sua profecia seja sobre a a iminente queda de Jerusalém, ela é dirigida a seus
companheiros na Babilônia. A mensagem
tem dois elementos. O povo de Jerusalém sofrera o exílio. O rei (Zedequias)
tentará fugir da cidade, mas será capturado (cf. 2 Rs 25.4Jr.39.4).A passagem
também alude ao destino de Zedequias: Ezequiel deve cobrir o rosto(12.6,12,13).
Zedequias será capturado e terá os seus olhos vazados (2Rs. 25.7).
Ezequiel teve de recorrer à representação da
terrível mensagem tanto neste como no oráculo seguinte. Era uma maneira de
transmitir a informação aqueles que de outra maneira não ouviriam.
1-6 Deus diz a Ezequiel: “O teu povo é
rebelde, eles apenas veem e ouvem o que querem” (2). Portanto, representa essas
ações diante deles ¬-¬ pode ser que assim eles entendam: Prepara a bagagem do exílio, e de dia sai, à vista deles. Do lugar onde está parte para outro lugar
à vista deles (3,4). À tarde abre um buraco na parede à vista deles e sai por
ali. Cobre “teu rosto para que não vejas nada, pois fiz de ti um sinal para
Israel” (5,6)
7- 14.
Ezequiel faz exatamente o que lhe foi ordenado. No dia seguinte, ele
recebe a segunda parte da mensagem, a qual ele deve transmitir a Israel quando
eles perguntarem o que ele está fazendo (7-10). Ele deve lhes explicar que é um
sinal para eles (11). Ao povo ele proclamará que essas ações dizem respeito ao
príncipe de Jerusalém e a todo o Israel. Eles irão para o exílio, para o cativeiro.
O príncipe arrumará suas coisas ao anoitecer sairá por um buraco na parede. Ele
será capturado e levado para a Babilônia, onde morrerá que (11-13). Seus
seguidores serão dispersos por terras estrangeiras. Alguns irão sobreviver às
coisas para contar sobre as coisas abomináveis que ele fez. Então saberão que
eu sou o Senhor (14 -16)
Notas. 5. ”Abre um buraco na parede” a
palavra “parede” aqui indica a parede de uma casa não os muros da cidade. Os
tijolos de barros poderiam ser cavados. Essa indica a desesperadora da fuga
para o exílio 16 “Espada, fome e peste” um trio bastante comum no livro d
Ezequiel. A destruição causada pela guerra produzia fome e enfermidade.
12.
17 – 20 Uma mensagem encenada: o tremor de Israel.
Ezequiel deve encenar, com
tremores, o trauma iminente ataque a Jerusalém seus territórios vizinhos. Ele
recebe ordens para que trema ao comer e beber. Ele terá de proclamar que os
habitantes de Jerusalém e Israel comerão com ansiedade e medo devido à
violência de todos os que habitam. A cidade e o campo serão devastados. Então
eles saberão que Deus é o seu Senhor.
Notas. 19. “comerão com ansiedade”; cf.
14.16, texto em que a ênfase da mensagem encenada (cf 4,16 – 17) recai mais a
escassez de alimento.
12.21-
25 A profecia será cumprida...
Ezequiel não era o único que
alegava proclamar as mensagens de Deus (cf. 13,1- 23). O povo poderia, com
alguma razão, chegar mais aconteceriam. Muitas delas já se tinham mostrados
falso antes. Ezequiel adverte-vos de que desta vez será diferente.
Há muito “provérbios de consolo” que as
pessoas usam quando confrontadas com a verdade desagradáveis. Aqui encontramos
um deles: “prolongue-se o tempo não se cumpra a profecia” Um segundo
´encontrado no oráculo seguinte “A visão que tem este é muitos dias, e ele profetiza de que estão longe” Ezequiel deve dizer a Israel; “os dias estão
próximo bem como o cumprimento de toda profecia. Porque não haverá visão falsa nenhuma, nem
adivinhação lisonjeira, no meio de Israel. Porque eu, o Senhor, falarei, e a
palavra que eu falar se cumprirá e não será retardada; porque, em vossos
dias, ó casa rebelde, falarei a palavra e cumprirei.
Nota. 22 “proverbio“ a falha
aparente d previsões proféticas tinha-se tornado proverbial.
12.26-28...
E cumprida logo
Talvez em decorrência do
oráculo antecedente algumas pessoas mudaram sua opinião sobre as profecias de
Ezequiel. Elas aceitaram a possibilidade de as advertências de Ezequiel,
estarem corretas, mas acreditavam que somente se cumpriram num futuro distante.
Como nos dias de hoje, é muito mais
fácil passar o problema para a geração seguinte do que enfrentá-los. “Depois de
nós o diluvio”
26-28 Para Ezequiel a palavra do senhor é:
“Israel pensa que sua visão é para muitos dias” (27). Mas, ele precisa proclamar:
“Não será retardada nenhuma de minhas palavras”. A palavra que profetizei se
cumprirá “Visão”: cf. 7,26; 12,22.
13.1-23
A concordância dos falsos profetas e profetizas
Este oráculo dois tipos de
falsos profetas. O primeiro grupo é composto de supostos profetas que realmente
pensam que podem predizer o futuro. Eles esperam que suas predições se
concretizem. Suas mensagens são do tipo
que as pessoas gostam d ouvir (10). Contudo, apesar da sinceridade e de seus
pronunciamentos será exposta. Não basta ser sincero. Você pode star
sinceramente enganado.
O segundo grupo de falsos profetas tem
características mais sombrias. Para começar, as profecias de que aqui se fala
operavam por lucro (19). Praticar a religião vindo apenas a recompensa econômica é pratica a condenada
pela a Bíblia. Além disso, elas apimentavam o seu número com algumas praticas
mágicas, possivelmente manipulado as pessoas com algo semelhante ao vodu (18
20,21). Suas ações levam à injustiça até mesmo à morte (19).
Surpreendentemente, a condenação dessas bruxas é menos severa do que a do
primeiro tipo e profetas. Elas perderão seu poder sobre as pessoas já não farão
suas falsas profecias. Sua profissão talvez tenha sido muito mais resultado de
necessidade econômica do que de uma intenção maliciosa.
1-15 Ezequiel deve proclamar aos falsos
profetas: “Ai de vós! Não ajudaste Israel em suas aflições. Vossas visões são
falsas e totalmente esperais que elas se cumpram (1-7). Como faleis falsamente
e tende visões mentirosas, por isso eu sou contra vó, diz o Senhor Deus,
(8).Não estareis no conselho do povo, não estareis inscrito nos registro da casa d Israel, nem entrareis na terra de Israel (9), visto que andais enganando meu
povo com sentimento falsos de segurança
paz (10-12). Essa segurança será destruída e com ela virá o fim de todos
vós. Então sabereis que eu sou o Senhor” (13-15).
16-21 Para as falsas profecias Ezequiel
deve proclamar: “praticaste magia em troca de ganho. Vossas mentiras fizeram
com que atos de injustiças fossem cometidos (18,19). Odeio os vossos
instrumentos de magia (invólucros feiticeiros) e os arrancarei de vós e livrarei meu povo de vossas mãos. Então
sabereis que eu sou o Senhor” (20,21).
22,23 “Entristecestes o
coração do justo e fortaleceste a mão do perverso. Por isso já
não tereis visões falsas nem
farei adivinhação. Então
sabereis que eu sou o Senhor ”
Notas. 4
“Raposas entre as ruínas; em vez de tentar recolher os cacos e ajudar o
povo a reconstruir sua vida, esses profetas, como comedores de carniça,
estavam se alimentando do remanescentes
da comunidade 9 Seu castigo ´tripo, tende como resultado o ostracismo da
sociedade de Israel. Eles são banido do
conselho, isto é perderão sua posição entre a liderança da cidade; não serão
inscrito nos registros da comunidade, isto é perderão o direitos que, como
homens israelitas, tinham na sociedade; também serão impedidos de retornar a
Israel.” 10 “Caiam” ; a aparência
externa pode parecer boa, mas a
realidade por trás é fraca e desprovida
d substancia. 18 “Invólucros feiticeiros [...] véus”; a maneira precisa como
essas mulheres praticavam sua magia era seduzir controlar suas vitima. 19 “Punhados de cevada e [...] pedaço d pão”
essa era sua mísera remuneração.
14.1-11
a condenação da idolatria
O profeta Ezequiel deve ter
sido consultado, pelos exilados, ávidos por uma mensagem de Deus. Parece que sua posição era tal que mesmo os
anciãos de Israel iam ter com ele para perguntar sobre Deus isto é, para ouvir
um oráculo (cf 20. 1-3).
Nessa ocasião foi revelada a Ezequiel que
os anciãos estavam divididos na questão da lealdade. Alguns adoravam não só ao
Senhor, mas também a outros deuses. A mensagem de Ezequiel foi direta: eles
deveriam se arrepender abandonar a idolatria. Qualquer um que tentasse adorar
aos ídolos e ao mesmo tempo consultar um profeta de Deus seria punido. Caso o
profeta atendesse suas petições, ele também seria punido (v. tópico similar em
20.1-44).
Não há indicações de que os anciãos não
criam no Deus de Israel. O problema é que eles também criam em outros deuses.
Ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24). Só pode haver um. Em contraste
com o contexto pluralista dos dias de hoje parecer atraente manter em aberto
nossas opções e aceitar vários deuses. Essa verdade nos confronta quando nos
deixamos envolver profundamente por uma determinada religião e percebemos que
ela é incompatível com as demais. Por exemplo, se Cristo é o único e verdadeiro
caminho para Deus (Jo 14.6,7), outro “caminhos” não poderão ser contemplado.
1-11
Deus fala a Ezequiel com respeito aos anciãos “Esses homens são adoradores de
ídolos – deveria eu permitir que me consultassem?”. Ezequiel deve proclamar
“Arrependei-vos abandonai a idolatria. Algum do povo de Israel – ou estrangeiro
que more em Israel praticar a idolatria, e então vier me consultar por meio de
um profeta, receberá uma resposta
direta: ele servirá de exemplo para o povo
será removido do meio dele. Então sabereis que eu o Senhor (4-8). Se tal
profeta for enganado e falar alguma coisa, eu o Senhor o enganarei. Ele será eliminado do meio do povo de Israel. Eles serão tão culpado como aquele
que o consultar. Então Israel não mais
se desviará. Eles serão meu povo e eu serei o
Deus deles” (9-11)
Nota. 7 “Estrangeiros”: a proibição é aplicada também àquele que não
pertencerem ao povo de Israel. 9 “Enganando” Se
o profeta for digno d seu chamado, receberá a revelação (como no caso de
Ezequiel) que ele não deve profetizar quando for consultado. Se o profeta não
for digno de seu chamado, Deus permitirá que seja seduzido a profetizar, tal
profeta sofrerá as consequências.
Os problemas históricos surgiram quando se
começou a pôr em dúvida a opinião tradicional de que Ezequiel se limita apenas
a falar a Judá e a Jerusalém e influir diretamente, de forma quase mágica,
sobre seu destino; ou que, embora o ponha sua mensagem anunciadora de
calamidades às esperanças dos deportados acerca de Jerusalém, vive, contudo, em
espírito, inteiramente na sua cidade natal.
Ele aparece sempre em primeiro plano como profeta destinado a Judá e
Jerusalém, embora viva entre os deportados na Babilônia. Como é quase
impossível imaginar um profeta nestas condições, uma hora ou outra essa teoria
haveria de provocar dúvidas. Os ataques dirigidos nos últimos decênios contra
ela abalaram seus fundamentos e deram origem a teorias inteiramente divergentes
a respeito da época e do lugar em que Ezequiel exerceu sua atividade.
1. A
visão do templo de Jerusalém (8-11)
Suscitou à pergunta se
Ezequiel não atuou também na Palestina. Contudo, segundo 8.3; 11.24, a visão se
baseia em um arrebatamento, um "distanciamento geográfico" efetuado
pelo Espírito, e o profeta poderia ter tomado conhecimento da situação em
Jerusalém - se realmente não obteve as respectivas informações a partir do
passado (com contração dos tempos verbais?) – através de mensageiros (cf. Jr
29).
2. Da mesma forma
Que o celibato teve um
significado simbólico para Jeremias (16.2ss.), a morte repentina de sua mulher
parece adquirir um significado simbólico para Ezequiel. Representa a reação de
Israel diante da destruição de Jerusalém: "Mas não lamentarás, nem
chorarás!" No mais, também maneira pessoal de Ezequiel vivenciar a sua
pregação de forma psicossomática, chegando a tremer, ficar atordoado, mudo ou
paralisado (3.15,22ss.; 4.4ss.; 6.11; 12.17ss.; 21.11s.; 33.21s. e outras), é
incorporada na respectiva forma e intenção da proclamação, sobretudo no anúncio
do juízo, de modo que não devemos considerar tais fenômenos estranhos como
sintomas de alguma doença.
3. Em
vários sentidos
O livro de Ezequiel é diferente dos livros
proféticos mais antigos. Contém menos coleções de ditos breves e isolados, mas
composições maiores onde se desenvolve amplamente um tema. Apresenta as
seguintes características:
(A) Em comparação com o profetismo mais
antigo, as visões são tão numerosas e extensas (1-3; 8-11; 37; 40-48), que já
prenunciam a importância que a visão terá no apocalipsismo.' Ezequiel interfere
no evento visionário (cf.4.14;21.5)não apenas através de intercessões (9.8;
11.13), mas também com profecias e ação direta (11.4; 37.4ss.).
b) As extensas falas metafóricas
(alegorias) podem retratar o mesmo conteúdo com nuanças e intenções
diferenciadas: a imagem de uma ou duas mulheres infiéis (16; 23), da videira
(15; 17; 19.10ss.), do fogo (22.17ss.; 24). Diversas imagens (como a da videira
e da águia no capo 17) ou também a imagem e sua interpretação podem se
fundir.
c) As minuciosas retrospectivas históricas
abrangem, de forma metafórica (16, de Jerusalém; 23, de ambos os reinos) ou não
(20), toda a história desde as suas origens obscuras (16.2; 20.7s.; 23.3),
apresentando-a com incomum rigor crítico, como acusação ou ameaça, aos olhos de
seus contemporâneos.
d) Mais ou menos típicas são certas
expressões idiomáticas, como a fórmula de reconhecimento: "reconhecereis
(reconhecerás ou uma forma verbal semelhante) que eu sou Javé" (6.7,13s. e
passim), que costuma encerrar o anúncio de um ato de Javé \IN. ZirnInerli:
palavra de demonstração); o convite introdutório para um assim chamado
"gesto expressivo": "volta a tua face para" (6.2; 21.2,7;
38.2 e outras); a manifestação do próprio Deus sobre si mesmo, por via de regra
destacando no [mal a confirmação ou realização da palavra: "Eu, Javé, o
disse e o faço" (5.15,17; 17.24; 37.14 e outras; cf. 12.25ss.); e
sobretudo o tratamento do profeta por parte de Deus como "Filho do
homem" no sentido de ser humano, indivíduo, criatura (2.1 e passim).
e) Ezequiel gosta de retomar tradições
proféticas, para lhes conferir novos acentos. Então, por um lado, dá nova vida
a concepções conhecidas a partir das tradições dos profetas pré-literários, mas
relegadas ao segundo plano pelos profetas literários: a "mão" de Javé
vem sobre o profeta (Ez 1.3; 8.1; 37.1; 40.1 e outras; cf. 1 Rs 18.46); o
"Espírito" arrebata Ezequiel (3.12ss.; 8.3 e outras; cf. 2 Rs 2.16;
5.26); ou, então, o costume de os anciãos se sentarem diante de Ezequiel na sua
casa (8.1; 14.1; 20.1; cf. 2 Rs 6.32). Por outro lado, a sua pregação (compare
Ez 7 com Am 8.2) e fala metafórica (compare Ez 16; 23 com Os 2; Jr 3) retomam a
temática do profetismo literário anterior, em especial a temática de Jeremias.
f) O fato de o próprio Ezequiel ser
sacerdote, ou pelo menos filho de u sacerdote (1.3), torna compreensível não
apenas seu interesse pelo templo e suas instalações (especialmente 8; cf.
4Oss.), mas explica também a afinidade marcante de sua linguagem com o
linguajar sacerdotal, especialmente com a Lei da Santidade (Lv 17-26)- o que
não se conhece no profetismo literário
anterior.
O
êxtase pode incluir, como elemento parcial.
O êxtase pode incluir, como
elemento parcial, o transporte ou arrebatamento até Jerusalém ou a uma das
planícies do vale mesopotâmico, como tantas vezes se menciona no livro de
Ezequiel. Por último, de todos os profetas, Ezequiel foi o que mais executou
ações simbólicas. Os relatos a este respeito se encontram em 4-5; 12; 21; 24;
37 e nas passagens correlatas: 3.22-27; 24.25-27; 33.21s.
Abstraindo dos relatos a respeito de
certas experiências visionárias e estáticas e sobre as ações simbólicas, dentre
os modos de falar o primeiro lugar é ocupado pelas formas de ameaças: dezesseis
ameaças, dezenove ameaças com fundamentação, dez invectivas e ameaças, oito
cânticos proféticos de lamentação e cânticos fúnebres, além de uma ameaça que
aparece três vezes em ligação com outros gêneros literários. Além de alguns
oráculos de invectiva e de exortação, encontra-se também uma grande quantidade
de palavras de reflexão sobre a história, de palavras de discussão, didáticas e
alegóricas, que atestam a presença do elemento racional e reflexivo no
pensamento de Ezequiel. Por fim, não podemos perder de vista as promessas,
notáveis pela sua extensão. Nelas pode-se verificar que, além de oráculos mais
breves, encontram-se também poesias e tratados frequentemente bastante amplos.
Concluímos esse dizendo que
Concluímos esse dizendo que
Na tentativa de construir esse
trabalho proposto pelo o professor Daniel Barros, acerca dos principais
acontecimento e mensagem profecias dentro dos anos 70 anos de exílio sob a
perspectiva de Ezequiel, encontraram-se vários obstáculos. No entanto, ouve da
parte equipe um grande esforço para em meios criticas tão ferrenha acerca da
compilação do livro, pelo os principais eruditos em decidir qual fonte seria
mais apropriada usar. Ai trazer mesmo
assim aquilo que nos foi exigido. Os motivos são que há dificuldade de
compreensão, é que segundo os críticos e os principais eruditos, a composição
deste livro é feita de forma difícil de fazer afirmativas concretas, porque ha
grande devida sobre a posição geográfica de Ezequiel, quando feitas suas mensagens proféticas se, na Babilônia ou lá mesmo em
Jerusalém. Mesmo assim agradecemos apela oportunidade de realizar a pesquisa esperando
poder dá continuidade nessa busca para
obter melhores resultado sempre.
BIBLIOGRAFIA
Comentário bíblico: Vida
Nova/ D. A. CARSON... [ET AL,], -- São Paulo: vida Nova, 200.
Outros autores: R. T.
France, J. A. Motyer. G. J. Wenham
Titulo original The New
Bible Comumenary.
Vários outros tradutores.
Schmidt, Werner H.
Introdução ao Antigo
Testamento / Werner H. Schmidt; I tradução Annemarie Hõhn I. – São Leopoldo,
RS: Sinodal, 1994.
. ISBN 85-233-0218-9
1. Bíblia. A.T. - Introdução
2. Bíblia. A.T. Leitura
I. Título. 94-1896 CDD-221.
S 467 Sellin, Ernest
Introdução ao Antigo
Testamento./E. Sellin; G. Fohrer; trad. O. Mateus Rocha - São Paulo: Ed.
Academia Cristã Ltda, 2007.
Título original: Einleitung
in das Alte Testament
16x23 em: 840 páginas
ISBN 978-85-98481-18-0
Faça suas observações...!!
ResponderExcluireus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?
ResponderExcluirE, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano,
E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e nào lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?
Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem.
Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?
Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque?
Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.
E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.
Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé.
E de igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários, e os despediu por outro caminho?
Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
Tiago 2:14-26