domingo, 8 de dezembro de 2013

OS PRINCIPAIS A COMTECIMNTOS, E MENSAGENS PROFETICAS OCORRIDAS NOS 70 ANOS DO CATIVEIRO BABILONICO SOB PERSPECTIVA DE EZEQUIEL




Resolvemos dá inicio a esse paper que traz como objetivo mostrar principais acontecimentos e mensagem profecias dentro dos anos 70 anos de exílio sob a perspectiva de Ezequiel usar primeiramente um contexto para poder situa-lo no tempo e no espaço. Porem para tanto ainda seguindo a metodologia de pesquisa nos vimos obrigado a trazer alguma critica feita ao livro. Foi inevitável por todas as fontes que escolhemos trazia problemas de cunho existente histórico-redacionais tão graves como aqueles, que apresenta o livro de Jeremias. Vários indícios, como a amplitude da exposição, a retomada de temas, certas irregularidades apesar da linguagem similar ou perceptíveis estágios deformação, indicam que houve uma "escola" (anônima) que não só coletou palavras proféticas preexistentes, interligando-as, mas também as interpretou, desenvolveu e reformulou, ou seja, "reescreveu".

70 Anos, longe da sua terra.
Na sua mensagem endereçada ao Reino do Norte Jeremias promete a salvação para aqueles que experimentaram a desgraça, da mesma forma anuncia também perante Judá/Jerusalém a salvação que virá somente no e após o juízo. Javé olha de forma amorosa não para os que ficaram em Jerusalém (no ano de 597), mas para os que foram deportados para a Babilônia (Jr 24). Entretanto, terão de ficarem duas ou três gerações, cerca de 70 anos, longe da sua terra; Jeremias os conclama para que se adaptem a esta situação e orem pelo bem-estar da potência estrangeira. Os vivos não verão mais sua pátria, mas participam, como que num prenúncio do porvir, "do futuro e da esperança" (29.5-7,10s.; cf. 27.7). Durante o cerco de Jerusalém por parte dos babilônios, Jeremias promete da mesma forma contida, ao adquirir um campo em Anatote, nova vida depois da destruição: "Ainda se comprarão casas, campos e vinhas nesta terra." (32.15; cf. 31.5; 33.12s.; além disso, as promessas pessoais: 39.17s. 45.5; 35.19).  
 Os problemas históricos
Os problemas históricos surgiram quando se começou a pôr em dúvida a opinião tradicional de que Ezequiel se limita apenas a falar a Judá e a Jerusalém e influir diretamente, de forma quase mágica, sobre seu destino; ou que, embora o ponha sua mensagem anunciadora de calamidades às esperanças dos deportados acerca de Jerusalém, vive, contudo, em espírito, inteiramente na sua cidade natal.  Ele aparece sempre em primeiro plano como profeta destinado a Judá e Jerusalém, embora viva entre os deportados na Babilônia. Como é quase impossível imaginar um profeta nestas condições, uma hora ou outra essa teoria haveria de provocar dúvidas. Os ataques dirigidos nos últimos decênios contra ela abalaram seus fundamentos e deram origem a teorias inteiramente divergentes a respeito da época e do lugar em que Ezequiel exerceu sua atividade.
12.1-16 Uma Mensagem encenada a previsão de exílio.
Nesse oráculo e no posterior. Ezequiel de encenar parte da mensagem que tem que transmitir. Embora sua profecia seja sobre a a iminente queda de Jerusalém, ela é dirigida a seus companheiros na Babilônia.  A mensagem tem dois elementos. O povo de Jerusalém sofrera o exílio. O rei (Zedequias) tentará fugir da cidade, mas será capturado (cf. 2 Rs 25.4Jr.39.4).A passagem também alude ao destino de Zedequias: Ezequiel deve cobrir o rosto(12.6,12,13). Zedequias será capturado e terá os seus olhos vazados (2Rs. 25.7).
   Ezequiel teve de recorrer à representação da terrível mensagem tanto neste como no oráculo seguinte. Era uma maneira de transmitir a informação aqueles que de outra maneira não ouviriam.
    1-6 Deus diz a Ezequiel: “O teu povo é rebelde, eles apenas veem e ouvem o que querem” (2). Portanto, representa essas ações diante deles ¬-¬ pode ser que assim eles entendam: Prepara a bagagem do exílio, e de dia sai, à vista deles. Do lugar onde está parte para outro lugar à vista deles (3,4). À tarde abre um buraco na parede à vista deles e sai por ali. Cobre “teu rosto para que não vejas nada, pois fiz de ti um sinal para Israel” (5,6)
     7- 14.  Ezequiel faz exatamente o que lhe foi ordenado. No dia seguinte, ele recebe a segunda parte da mensagem, a qual ele deve transmitir a Israel quando eles perguntarem o que ele está fazendo (7-10). Ele deve lhes explicar que é um sinal para eles (11). Ao povo ele proclamará que essas ações dizem respeito ao príncipe de Jerusalém e a todo o Israel. Eles irão para o exílio, para o cativeiro. O príncipe arrumará suas coisas ao anoitecer sairá por um buraco na parede. Ele será capturado e levado para a Babilônia, onde morrerá que (11-13). Seus seguidores serão dispersos por terras estrangeiras. Alguns irão sobreviver às coisas para contar sobre as coisas abomináveis que ele fez. Então saberão que eu sou o Senhor (14 -16)
     Notas. 5. ”Abre um buraco na parede” a palavra “parede” aqui indica a parede de uma casa não os muros da cidade. Os tijolos de barros poderiam ser cavados. Essa indica a desesperadora da fuga para o exílio 16 “Espada, fome e peste” um trio bastante comum no livro d Ezequiel. A destruição causada pela guerra produzia fome e enfermidade.

12. 17 – 20 Uma mensagem encenada: o tremor de Israel.
Ezequiel deve encenar, com tremores, o trauma iminente ataque a Jerusalém seus territórios vizinhos. Ele recebe ordens para que trema ao comer e beber. Ele terá de proclamar que os habitantes de Jerusalém e Israel comerão com ansiedade e medo devido à violência de todos os que habitam. A cidade e o campo serão devastados. Então eles saberão que Deus é o seu Senhor.

    Notas. 19. “comerão com ansiedade”; cf. 14.16, texto em que a ênfase da mensagem encenada (cf 4,16 – 17) recai mais a escassez de alimento.

12.21- 25 A profecia será cumprida...
Ezequiel não era o único que alegava proclamar as mensagens de Deus (cf. 13,1- 23). O povo poderia, com alguma razão, chegar mais aconteceriam. Muitas delas já se tinham mostrados falso antes. Ezequiel adverte-vos de que desta vez será diferente.
   Há muito “provérbios de consolo” que as pessoas usam quando confrontadas com a verdade desagradáveis. Aqui encontramos um deles: “prolongue-se  o tempo  não se cumpra a profecia” Um segundo ´encontrado no oráculo seguinte “A visão que tem este é muitos dias, e  ele profetiza de que estão longe”  Ezequiel deve dizer a Israel; “os dias estão próximo bem como o cumprimento de toda profecia. Porque  não haverá visão falsa nenhuma, nem adivinhação lisonjeira, no meio de Israel. Porque eu, o Senhor, falarei, e  a  palavra que eu falar se cumprirá e não será retardada; porque, em vossos dias, ó casa rebelde, falarei a palavra e cumprirei.
Nota. 22 “proverbio“ a falha aparente d previsões proféticas tinha-se tornado proverbial.
12.26-28... E cumprida logo
Talvez em decorrência do oráculo antecedente algumas pessoas mudaram sua opinião sobre as profecias de Ezequiel. Elas aceitaram a possibilidade de as advertências de Ezequiel, estarem corretas, mas acreditavam que somente se cumpriram num futuro distante.  Como nos dias de hoje, é muito mais fácil passar o problema para a geração seguinte do que enfrentá-los. “Depois de nós o diluvio”
   26-28 Para Ezequiel a palavra do senhor é: “Israel pensa que sua visão é para muitos dias” (27). Mas, ele precisa proclamar: “Não será retardada nenhuma de minhas palavras”. A palavra que profetizei se cumprirá “Visão”: cf. 7,26; 12,22.
13.1-23 A concordância dos falsos profetas e profetizas
Este oráculo dois tipos de falsos profetas. O primeiro grupo é composto de supostos profetas que realmente pensam que podem predizer o futuro. Eles esperam que suas predições se concretizem.  Suas mensagens são do tipo que as pessoas gostam d ouvir (10). Contudo, apesar da sinceridade e de seus pronunciamentos será exposta. Não basta ser sincero. Você pode star sinceramente enganado.
    O segundo grupo de falsos profetas tem características mais sombrias. Para começar, as profecias de que aqui se fala operavam por lucro (19). Praticar a religião vindo apenas  a recompensa econômica é pratica a condenada pela a Bíblia. Além disso, elas apimentavam o seu número com algumas praticas mágicas, possivelmente manipulado as pessoas com algo semelhante ao vodu (18 20,21). Suas ações levam à injustiça até mesmo à morte (19). Surpreendentemente, a condenação dessas bruxas é menos severa do que a do primeiro tipo e profetas. Elas perderão seu poder sobre as pessoas já não farão suas falsas profecias. Sua profissão talvez tenha sido muito mais resultado de necessidade econômica do que de uma intenção maliciosa.
    1-15 Ezequiel deve proclamar aos falsos profetas: “Ai de vós! Não ajudaste Israel em suas aflições. Vossas visões são falsas e totalmente esperais que elas se cumpram (1-7). Como faleis falsamente e tende visões mentirosas, por isso eu sou contra vó, diz o Senhor Deus, (8).Não estareis no conselho do povo, não estareis inscrito  nos registro da casa  d Israel, nem entrareis na terra de  Israel (9), visto que andais enganando meu povo com sentimento falsos de segurança  paz (10-12). Essa segurança será destruída e com ela virá o fim de todos vós. Então sabereis que eu sou o Senhor” (13-15).
    16-21 Para as falsas profecias Ezequiel deve proclamar: “praticaste magia em troca de ganho. Vossas mentiras fizeram com que atos de injustiças fossem cometidos (18,19). Odeio os vossos instrumentos de magia (invólucros feiticeiros) e os arrancarei de vós  e livrarei meu povo de vossas mãos. Então sabereis que eu sou o Senhor” (20,21).
22,23 “Entristecestes o coração do justo e fortaleceste a mão do perverso. Por  isso já  não tereis  visões falsas  nem  farei  adivinhação. Então sabereis  que eu sou o Senhor ”
    Notas. 4  “Raposas entre as ruínas; em vez de tentar recolher os cacos e ajudar o povo a reconstruir sua vida, esses profetas, como comedores de carniça, estavam  se alimentando do remanescentes da comunidade 9 Seu castigo ´tripo, tende como resultado o ostracismo da sociedade de Israel. Eles  são banido do conselho, isto é perderão sua posição entre a liderança da cidade; não serão inscrito nos registros da comunidade, isto é perderão o direitos que, como homens israelitas, tinham na sociedade; também serão impedidos de retornar a Israel.” 10  “Caiam” ; a aparência externa pode parecer  boa, mas a realidade por trás é fraca  e desprovida d substancia. 18 “Invólucros feiticeiros [...] véus”; a maneira precisa como essas mulheres praticavam sua magia era seduzir controlar suas vitima.  19 “Punhados de cevada e [...] pedaço d pão” essa era sua mísera remuneração.

14.1-11 a condenação da idolatria
O profeta Ezequiel deve ter sido consultado, pelos exilados, ávidos por uma mensagem de Deus.  Parece que sua posição era tal que mesmo os anciãos de Israel iam ter com ele para perguntar sobre Deus isto é, para ouvir um oráculo (cf 20. 1-3).
      Nessa ocasião foi revelada a Ezequiel que os anciãos estavam divididos na questão da lealdade. Alguns adoravam não só ao Senhor, mas também a outros deuses. A mensagem de Ezequiel foi direta: eles deveriam se arrepender abandonar a idolatria. Qualquer um que tentasse adorar aos ídolos e ao mesmo tempo consultar um profeta de Deus seria punido. Caso o profeta atendesse suas petições, ele também seria punido (v. tópico similar em 20.1-44).
    Não há indicações de que os anciãos não criam no Deus de Israel. O problema é que eles também criam em outros deuses. Ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24). Só pode haver um. Em contraste com o contexto pluralista dos dias de hoje parecer atraente manter em aberto nossas opções e aceitar vários deuses. Essa verdade nos confronta quando nos deixamos envolver profundamente por uma determinada religião e percebemos que ela é incompatível com as demais. Por exemplo, se Cristo é o único e verdadeiro caminho para Deus (Jo 14.6,7), outro “caminhos” não poderão ser contemplado.
    1-11 Deus fala a Ezequiel com respeito aos anciãos “Esses homens são adoradores de ídolos – deveria eu permitir que me consultassem?”. Ezequiel deve proclamar “Arrependei-vos abandonai a idolatria. Algum do povo de Israel – ou estrangeiro que more em Israel praticar a idolatria, e então vier me consultar por meio de um profeta, receberá uma  resposta direta: ele servirá de exemplo para o povo  será removido do meio dele. Então sabereis que eu o Senhor (4-8). Se tal profeta for enganado e falar alguma coisa, eu o Senhor o enganarei. Ele  será eliminado do meio do povo de  Israel. Eles serão tão culpado como aquele que o consultar. Então Israel  não mais se desviará. Eles serão meu povo  e  eu serei o  Deus  deles” (9-11)
    Nota. 7 “Estrangeiros”:  a proibição é aplicada também àquele que não pertencerem ao povo de Israel. 9 “Enganando” Se  o profeta for digno d seu chamado, receberá a revelação (como no caso de Ezequiel) que ele não deve profetizar quando for consultado. Se o profeta não for digno de seu chamado, Deus permitirá que seja seduzido a profetizar, tal profeta sofrerá as consequências.
 Os problemas históricos surgiram quando se começou a pôr em dúvida a opinião tradicional de que Ezequiel se limita apenas a falar a Judá e a Jerusalém e influir diretamente, de forma quase mágica, sobre seu destino; ou que, embora o ponha sua mensagem anunciadora de calamidades às esperanças dos deportados acerca de Jerusalém, vive, contudo, em espírito, inteiramente na sua cidade natal.  Ele aparece sempre em primeiro plano como profeta destinado a Judá e Jerusalém, embora viva entre os deportados na Babilônia. Como é quase impossível imaginar um profeta nestas condições, uma hora ou outra essa teoria haveria de provocar dúvidas. Os ataques dirigidos nos últimos decênios contra ela abalaram seus fundamentos e deram origem a teorias inteiramente divergentes a respeito da época e do lugar em que Ezequiel exerceu sua atividade.

 1.  A visão do templo de Jerusalém (8-11)
Suscitou à pergunta se Ezequiel não atuou também na Palestina. Contudo, segundo 8.3; 11.24, a visão se baseia em um arrebatamento, um "distanciamento geográfico" efetuado pelo Espírito, e o profeta poderia ter tomado conhecimento da situação em Jerusalém - se realmente não obteve as respectivas informações a partir do passado (com contração dos tempos verbais?) – através de mensageiros (cf. Jr 29).
 2. Da mesma forma
Que o celibato teve um significado simbólico para Jeremias (16.2ss.), a morte repentina de sua mulher parece adquirir um significado simbólico para Ezequiel. Representa a reação de Israel diante da destruição de Jerusalém: "Mas não lamentarás, nem chorarás!" No mais, também maneira pessoal de Ezequiel vivenciar a sua pregação de forma psicossomática, chegando a tremer, ficar atordoado, mudo ou paralisado (3.15,22ss.; 4.4ss.; 6.11; 12.17ss.; 21.11s.; 33.21s. e outras), é incorporada na respectiva forma e intenção da proclamação, sobretudo no anúncio do juízo, de modo que não devemos considerar tais fenômenos estranhos como sintomas de alguma doença.   

 3.  Em vários sentidos
 O livro de Ezequiel é diferente dos livros proféticos mais antigos. Contém menos coleções de ditos breves e isolados, mas composições maiores onde se desenvolve amplamente um tema. Apresenta as seguintes características:
    (A) Em comparação com o profetismo mais antigo, as visões são tão numerosas e extensas (1-3; 8-11; 37; 40-48), que já prenunciam a importância que a visão terá no apocalipsismo.' Ezequiel interfere no evento visionário (cf.4.14;21.5)não apenas através de intercessões (9.8; 11.13), mas também com profecias e ação direta (11.4; 37.4ss.).
     b) As extensas falas metafóricas (alegorias) podem retratar o mesmo conteúdo com nuanças e intenções diferenciadas: a imagem de uma ou duas mulheres infiéis (16; 23), da videira (15; 17; 19.10ss.), do fogo (22.17ss.; 24). Diversas imagens (como a da videira e da águia no capo 17) ou também a imagem e sua interpretação podem se fundir.   
     c) As minuciosas retrospectivas históricas abrangem, de forma metafórica (16, de Jerusalém; 23, de ambos os reinos) ou não (20), toda a história desde as suas origens obscuras (16.2; 20.7s.; 23.3), apresentando-a com incomum rigor crítico, como acusação ou ameaça, aos olhos de seus contemporâneos.
    d) Mais ou menos típicas são certas expressões idiomáticas, como a fórmula de reconhecimento: "reconhecereis (reconhecerás ou uma forma verbal semelhante) que eu sou Javé" (6.7,13s. e passim), que costuma encerrar o anúncio de um ato de Javé \IN. ZirnInerli: palavra de demonstração); o convite introdutório para um assim chamado "gesto expressivo": "volta a tua face para" (6.2; 21.2,7; 38.2 e outras); a manifestação do próprio Deus sobre si mesmo, por via de regra destacando no [mal a confirmação ou realização da palavra: "Eu, Javé, o disse e o faço" (5.15,17; 17.24; 37.14 e outras; cf. 12.25ss.); e sobretudo o tratamento do profeta por parte de Deus como "Filho do homem" no sentido de ser humano, indivíduo, criatura (2.1 e passim). 
      e) Ezequiel gosta de retomar tradições proféticas, para lhes conferir novos acentos. Então, por um lado, dá nova vida a concepções conhecidas a partir das tradições dos profetas pré-literários, mas relegadas ao segundo plano pelos profetas literários: a "mão" de Javé vem sobre o profeta (Ez 1.3; 8.1; 37.1; 40.1 e outras; cf. 1 Rs 18.46); o "Espírito" arrebata Ezequiel (3.12ss.; 8.3 e outras; cf. 2 Rs 2.16; 5.26); ou, então, o costume de os anciãos se sentarem diante de Ezequiel na sua casa (8.1; 14.1; 20.1; cf. 2 Rs 6.32). Por outro lado, a sua pregação (compare Ez 7 com Am 8.2) e fala metafórica (compare Ez 16; 23 com Os 2; Jr 3) retomam a temática do profetismo literário anterior, em especial a temática de Jeremias.
     f) O fato de o próprio Ezequiel ser sacerdote, ou pelo menos filho de u sacerdote (1.3), torna compreensível não apenas seu interesse pelo templo e suas instalações (especialmente 8; cf. 4Oss.), mas explica também a afinidade marcante de sua linguagem com o linguajar sacerdotal, especialmente com a Lei da Santidade (Lv 17-26)- o que não se conhece no profetismo  literário anterior.
O êxtase pode incluir, como elemento parcial.
O êxtase pode incluir, como elemento parcial, o transporte ou arrebatamento até Jerusalém ou a uma das planícies do vale mesopotâmico, como tantas vezes se menciona no livro de Ezequiel. Por último, de todos os profetas, Ezequiel foi o que mais executou ações simbólicas. Os relatos a este respeito se encontram em 4-5; 12; 21; 24; 37 e nas passagens correlatas: 3.22-27; 24.25-27; 33.21s.
       Abstraindo dos relatos a respeito de certas experiências visionárias e estáticas e sobre as ações simbólicas, dentre os modos de falar o primeiro lugar é ocupado pelas formas de ameaças: dezesseis ameaças, dezenove ameaças com fundamentação, dez invectivas e ameaças, oito cânticos proféticos de lamentação e cânticos fúnebres, além de uma ameaça que aparece três vezes em ligação com outros gêneros literários. Além de alguns oráculos de invectiva e de exortação, encontra-se também uma grande quantidade de palavras de reflexão sobre a história, de palavras de discussão, didáticas e alegóricas, que atestam a presença do elemento racional e reflexivo no pensamento de Ezequiel. Por fim, não podemos perder de vista as promessas, notáveis pela sua extensão. Nelas pode-se verificar que, além de oráculos mais breves, encontram-se também poesias e tratados frequentemente bastante amplos.

  Concluímos esse  dizendo que  
Na tentativa de construir esse trabalho proposto pelo o professor Daniel Barros, acerca dos principais acontecimento e mensagem profecias dentro dos anos 70 anos de exílio sob a perspectiva de Ezequiel, encontraram-se vários obstáculos. No entanto, ouve da parte equipe um grande esforço para em meios criticas tão ferrenha acerca da compilação do livro, pelo os principais eruditos em decidir qual fonte seria mais apropriada usar.  Ai trazer mesmo assim aquilo que nos foi exigido. Os motivos são que há dificuldade de compreensão, é que segundo os críticos e os principais eruditos, a composição deste livro é feita de forma difícil de fazer afirmativas concretas, porque ha grande devida sobre a posição geográfica de Ezequiel, quando feitas suas mensagens  proféticas se, na Babilônia ou lá mesmo em Jerusalém. Mesmo assim agradecemos apela oportunidade de realizar a pesquisa esperando poder dá continuidade  nessa busca para obter melhores resultado sempre.
















BIBLIOGRAFIA
Comentário bíblico: Vida Nova/ D. A. CARSON... [ET AL,], -- São Paulo: vida Nova, 200.
Outros autores: R. T. France, J. A. Motyer. G. J. Wenham
Titulo original The New Bible Comumenary.
Vários outros tradutores.
Schmidt, Werner H.
Introdução ao Antigo Testamento / Werner H. Schmidt; I tradução Annemarie Hõhn I. – São Leopoldo, RS: Sinodal, 1994.
. ISBN 85-233-0218-9
1. Bíblia. A.T. - Introdução 2. Bíblia. A.T. Leitura
I. Título. 94-1896 CDD-221.
S 467 Sellin, Ernest
Introdução ao Antigo Testamento./E. Sellin; G. Fohrer; trad. O. Mateus Rocha - São Paulo: Ed.
Academia Cristã Ltda, 2007.
Título original: Einleitung in das Alte Testament
16x23 em: 840 páginas
ISBN 978-85-98481-18-0

2 comentários:

  1. eus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?
    E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano,
    E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e nào lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?
    Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
    Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
    Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem.
    Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?
    Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque?
    Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.
    E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.
    Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé.
    E de igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários, e os despediu por outro caminho?
    Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.

    Tiago 2:14-26

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